terça-feira, 15 de março de 2011

Planejamento de Ensino - Educação Infantil 2° Parte

MÚSICA
A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas e políticas, etc.. Faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que, já na Grécia Antiga, era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos, ao lado da matemática e da filosofia.
A integração entre os aspectos sensíveis, afetivos, estéticos e cognitivos, assim como a promoção de interação e comunicação social, conferem caráter significativo à linguagem musical. É uma das formas importantes de expressão humana, o que por si só, justifica sua presença no contexto da educação de um modo geral, e na Educação Infantil, particularmente.
A musicalização na criança é quase que intuitivo: o balbucio, o cantarolar dos bebes, a escuta dos sons e sua imitação, a descoberta de linhas melódicas , a exploração das possibilidades vocais, estabelecendo um jogo sensorial e motor de grande importância para o seu desenvolvimento.

MÚSICA - OBJETIVOS

• Explorar e identificar os elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento de mundo
• Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações , composições e interpretações musicais.

O fazer musical

• Reconhecimento e utilização expressiva, em contextos musicais das diferentes características geradas pelo silêncio e pelos sons: Altura, duração, intensidade e timbre
• Reconhecimento e utilização das variações de velocidade e densidade na organização e na realização de algumas produções musicais
• Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança e ou a improvisação musical
• Repertório de canções para desenvolver memória musical

A apreciação Musical

• Escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países;
• Reconhecimento de elementos musicais básicos: frases, partes de elementos que se repetem;
• Informações sobre as obras ouvidas e sobre seus compositores para iniciar seus conhecimentos sobre a produção musical.

Fontes sonoras

• Reconhecimento e valorização de fontes sonoras como piar de pássaros, ruído de águas, sinos, entre outros timbres.

MÚSICA – CONTEÚDO

• Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança e a improvisação musical;
• Repertório de canções para desenvolver a memória musical;
• Características do som: altura, duração, intensidade e timbre;
• Elementos musicais básicos: frase, rimas, elementos que repetem, etc.;
• Escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas, e culturas da produção musical brasileira;
• Informações a respeito das obras ouvidas e de seus compositores.

MÚSICA – TÉCNICAS DE ENSINO

• Danças
• Dinâmicas
• Brincadeiras
• Jogos
• Músicas
• Mapeamento corporal
• Imitação
• Expressão corporal
• Dramatização


MÚSICA – AVALIAÇÃO E REGISTROS

A avaliação deve ser contínua, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e resultado de um trabalho intencional do professor. Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos e procedimentos como forma de acompanhar e conhecer a criança e o grupo. Os registros serão feitos através de observações no próprio diário do professor e através de portifólios para acompanhamento.



ARTES VISUAIS

As artes visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto bidimensional como tridimensional além do volume, espaço, cor e luz na pintura, no desenho, na escultura, na gravura, na arquitetura, nos brinquedos, bordados, entalhes etc.
O movimento,o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, o contraste, a continuidade, a aproximidade e a semelhança são atributos da criação artística. A integração entre os aspectos sensíveis, afetivos, intuitivos, estéticos e cognitivos, assim como a promoção de interação e comunicação social, conferem caráter significativo ás Artes Visuais.
As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar matérias encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis.
Tal como a música, as Artes Visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas, o que, por si só, justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil, particularmente.

ARTES VISUAIS - OBJETIVOS

• Interessar-se pelas próprias produções e pelas dos outros, e pelas diversas obras artísticas com as quais entram em contato, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;
• Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação

O fazer artístico

• Criação de desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir de seu próprio repertório e da utilização dos elementos da linguagem das artes visuais: ponto, forma, cor, volume, espaço, textura, etc..
• Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários para desenhar, pintar, modelar etc..
• Exploração e aprofundamento das possibilidades oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários para o fazer artístico
• Exploração dos espaços bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos
• Organização e cuidado com os materiais no espaço físico da sala
• Respeito e cuidado com os objetos produzidos individualmente e em grupo
• Valorização de suas próprias produções, das de outras crianças e da produção de arte em geral.

Apreciação

• Conhecimento da diversidade de produções artísticas, como desenhos, pinturas, esculturas, construções, fotografias, colagens, ilustrações, cinema, etc.
• Apreciação das suas produções e das dos outros , por meio da observação e leitura de alguns dos elementos da linguagem plástica;
• Observação dos elementos constituintes da linguagem visual: ponto, linha, forma, cor, volume, contrastes, luz, texturas;
• Leitura de obras de arte a partir da observação, narração, descrição e interpretação de imagens e objetos.
• Apreciação das artes visuais e estabelecimento de correlação com as experiências pessoais.

ARTES VISUAIS – CONTEÚDO

• Desenhar, pintar, modelar identificando seu uso nas produções do outro;
• Criação de desenhos e pinturas utilizando o ponto, linha, forma, cor, volume, espaço e textura com vistas à ampliação de seu repertório pessoal;
• Produção, exploração e registro de elementos bidimensionais e tridimensionais na realização de seus projetos artísticos;
• Organização e cuidados com o espaço da sala;
• Respeito e cuidado com os objetos e produzidos individualmente e em grupo;
• Valorização de suas próprias produções, das de outras crianças e das artes em geral;
• Conhecimento da diversidade de produções artísticas como desenhos, pinturas, fotografias, ilustrações, etc.;
• Leituras de obras de arte com base na observação, narração, descrição, questionamentos e interpretação de imagens;
• Apreciação de produções artísticas e estabelecimento de correlação com as experiências pessoais.


ARTES VISUAIS – TÉCNICAS DE ENSINO


• Brincadeiras
• Jogos
• Dinâmicas
• Observação de quadros, pinturas, esculturas, etc.;
• Produções artísticas
• Roda de conversa e observação
• Trabalhos manuais

ARTES VISUAIS – AVALIAÇÃO E REGISTROS

A avaliação deve ser contínua, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e resultado de um trabalho intencional do professor. Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos e procedimentos como forma de acompanhar e conhecer a criança e o grupo. Os registros serão feitos através de observações no próprio diário do professor, observação da produção das crianças e se o que elas dizem a respeito correspondem aos objetivos propostos, tendo o cuidado de não intervir na opinião pessoal de cada criança.


LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

A linguagem da aprendizagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na Educação Infantil , dada a importância para a sua importância para a formação do sujeito , para a interação com as outras pessoas, na orientação das ações das crianças, na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento.
Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade.
A Educação Infantil ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua, por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constitui em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças . Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências liguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.

LINGUAGEM - OBJETIVOS

Linguagem escrita

• Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão interessando-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas;
• Familiarizar-se com a escrita por meio de manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
• Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
• Interessar-se por escrever palavras e textos ainda que não de forma convencional;
• Reconhecer seu nome escrito, sabendo identifica-lo nas diversas situações do cotidiano;
• Escolher livros para ler e apreciar.

Falar e Escutar

• Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, idéias, preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano;
• Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os diversos contextos em que participa
• Participação em situações que envolvem a necessidade de explicar e argumentar suas idéias e pontos de vista
• Relato de experiências vividas e narração de fatos em seqüência temporal e causal
• Reconto de histórias conhecidas com aproximação às características da história original no que se refere à descrição de personagens, cenários e objetos com ou sem a ajuda do professor
• Conhecimento e reprodução de jogos verbais, como trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e canções.

Práticas de Leitura

• Participação nas situações em que os adultos lêem textos de diferentes gêneros como contos, poemas, notícias de jornal, informativos, parlendas, trava-línguas, etc..
• Participação em situações que as crianças leiam, ainda que não o façam de maneira convencional.
• Reconhecimento do próprio nome dentro do conjunto de nomes do grupo nas situações em que isso se fizer necessário.
• Observação e manuseio de materiais impressos, como livros, revistas, histórias em quadrinhos, etc., previamente apresentados ao grupo;
• Valorização da leitura como fonte de prazer e entretenimento.

Práticas de Escrita

• Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário o uso da escrita
• Escrita do próprio nome em situações em que isso é necessário
• Produção de textos individuais e ou coletivos ditados oralmente ao professor para fins diversos;
• Prática de escrita de próprio punho, utilizando o conhecimento de que dispõe, no momento, sobre o sistema de escrita em língua materna;
• Respeito pela produção própria e alheia.


LINGUAGEM – CONTEÚDOS

• Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, idéias, preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações do cotidiano;
• Relato de observações de experiências vividas, de acordo com a seqüência temporal dos fatos;
• Elaboração de perguntas e respostas que dêem conta de explicar suas dúvidas, compreensão e curiosidades diante das diferentes situações com as quais contata;
• Participação em situações que envolvam necessidade de argumentar suas idéias e pontos de vista e de questionar as idéias e pontos de vista do outro;
• Conhecimento, reprodução e criação de jogos verbais, como rimas e adivinhas;
• Narração de fatos em seqüência temporal e causal;
• Reconto de histórias conhecidas, considerando suas características originais no que se refere à descrição de personagens, cenário e objetos, sem a ajuda do professor;
• Participação nas situações que os adultos lêem texto de diferentes gêneros: poemas informativos, narrativos, descritivos entre outros;
• Observação, manuseio e leitura hipotética de materiais impressos como livros, revistas, gibis, etc., previamente apresentadas ao grupo;
• Valorização da leitura como fonte de prazer ,entretenimento e comunicação;
• Leitura hipotética de palavras, tendo como referência a imagem de algo que a represente e ou sua letra inicial;
• Participação em situações que as crianças leiam, ainda que não o façam de maneira convencional.
• Participação em situações cotidianas as quais se faz necessário o uso da escrita, apresentando hipóteses a respeito do valor sonoro das letras iniciais de uma palavra;
• Escrita do próprio nome em situações nas quais se faz necessário recorrendo ou não a um referencial;
• Reconhecimento de nome de pessoas do grupo que lhes são mais próximas, dos elementos que compõem a sala de aula;
• Apresentação do alfabeto em contexto e valor sonoro convencional das letras;
• Prática de escrita de próprio punho utilizando o conhecimento de que dispõe no momento sobre o sistema de escrita materna;
• Respeito pela sua própria produção e pela produção alheia;
• Trabalho com as letras do alfabeto.

LINGUAGEM – AVALIAÇÃO E REGISTROS

A avaliação deve ser contínua, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e resultado de um trabalho intencional do professor. Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos e procedimentos como forma de acompanhar e conhecer a criança e o grupo. Os registros serão feitos através de observações no diário do professor, em portifólios, e na observação da desenvoltura de cada criança e da turma diante de situações previamente preparadas pelo docente.



NATUREZA E SOCIEDADE

O mundo onde as crianças vivem se constitui em um conjunto de fenômenos naturais e sociais indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas. Desde muito pequenas, pela interação com o meio natural e social no qual vivem, as crianças aprendem sobre o mundo, fazendo perguntas e procurando respostas às suas indagações e questões. Como integrantes de grupos socioculturais singulares, vivenciam experiências e interagem num contexto de conceitos, valores, idéias, objetos e representações sobre os mais diversos temas a que tem acesso na vida cotidiana, construindo um conjunto de conhecimentos sobre o mundo que as cerca.
Muitos são o tema pelas quais as crianças se interessam: pequenos animais, bichos de jardim, dinossauros, tempestades, tubarões, castelos, heróis, festas da cidade, programas de TV, notícias da atualidade, histórias de outros tempos, etc. As vivências sociais, as histórias, os modos de vida, os lugares e o mundo natural são para as crianças parte de um todo integrado.
O eixo de trabalho denominado Natureza e Sociedade reúne temas pertinentes ao mundo social e natural. A intenção é que o trabalho ocorra de forma integrada, ao mesmo tempo em que são respeitadas as especificidades das fontes, abordagens e enfoques advindos dos diferentes campos das Ciências Humanas e Naturais.

NATUREZA E SOCIEDADE - OBJETIVOS

• Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginado soluções para compreende-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
• Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos;
• Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana.
• Formulação de perguntas
• Participação ativa na resolução de problemas;
• Estabelecimento de relações simples na comparação de dados;
• Confronto entre suas idéias e as de outras crianças;
• Formulação coletiva e individual de conclusões e explicações sobre o tema em questão;
• Utilização com a ajuda do professor, de diferentes fontes para buscar informações, como objetos, fotografias, documentários, relatos de pessoas, livros, mapas, etc.;
• Leitura e interpretação de registros como desenhos, fotografias e maquetes;
• Registro das informações utilizando diferentes formas: desenhos, textos orais ditados ao professor, comunicação oral registrada em gravador, etc..

NATUREZA E SOCIEDADE – CONTEÚDOS

• Identificação e valorização do papel que desempenha nos grupos sociais que interage;
• Reconhecimento da necessidade do outro para ampliação de seus relacionamentos;
• Identificação de alguns papéis sociais existentes em seu grupo de convívio, dentro e fora da instituição;
• Conhecimento e valorização do patrimônio cultural existentes em seu grupo de convívio;
• Valorização, incorporação prática e manutenção de atitudes que visem à manutenção do espaço coletivo e do espaço por onde circula;
• Observação da paisagem local e a observação de suas mudanças ao longo dos tempos identificando a ação dos homens;
• Participação em atividades que envolvam processos de confecção de objetos produzidos e utilizados em diferentes épocas;


NATUREZA E SOCIEDADE – AVALIAÇÃO E REGISTROS

A avaliação deve ser contínua, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e resultado de um trabalho intencional do professor. Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos e procedimentos como forma de acompanhar e conhecer a criança e o grupo. Os registros serão feitos através de observações no diário do professor, em portifólios, e na observação da desenvoltura de cada criança e da turma diante de situações previamente preparadas pelo docente.





MATEMÁTICA

As crianças desde o nascimento, estão imersas em um universo no qual os conhecimentos matemáticos são parte integrante. As crianças participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidades, noções sobre espaço. Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, elas recorrem a contagem e operações para resolver problemas cotidianos, como conferir figurinhas, marcar e controlar os pontos de um jogo, repartir as balas entre os amigos, mostrar com os dedos a idade, manipular o dinheiro e operar com ele, etc.. Também observam e atuam no espaço ao seu redor, e aos poucos, vão organizando seus deslocamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referência, identificando posições e comparando distâncias.
Essa vivência inicial favorece a elaboração de conhecimentos matemáticos. Fazer Matemática é expor idéias próprias, escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar, argumentar, e procurar validar seu ponto de vista, antecipar resultados de experiências não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolução de problemas, entre outras coisas. Dessa forma as crianças poderão tomar decisões, agindo como produtoras de conhecimento e não apenas executoras de instruções. Portanto o trabalho com a matemática pode contribuir para a formação de cidadãos autônomos, capazes de pensar por conta própria, sabendo resolver problemas.
Nessa perspectiva, a instituição de Educação Infantil pode ajudar as crianças a organizarem melhor as suas informações e estratégias , bem como proporcionar condições para a aquisição de novos conhecimentos matemáticos. O trabalho com noções matemáticas na educação infantil atende, por um lado, às necessidades das próprias crianças de construírem conhecimentos que incidam nos mais variados domínios do pensamento; por outro, corresponde a uma necessidade social de instrumentalizá-las melhor para viver, participar e compreender um mundo que exige diferentes conhecimentos e habilidades.



OBJETIVOS

• Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
• Comunicar idéias matemáticas, hipóteses processos utilizados e resultados encontrados em situações problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática;
• Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.
• Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em situações nas quais as crianças reconheçam sua necessidade
• Utilização de noções simples de cálculo mental
• Comunicação de quantidades, utilizando a linguagem oral, a notação numérica e ou registros não convencionais;
• Identificação da posição de um objeto ou número numa série, explicitando a noção de sucessor e antecessor;
• Identificação de números nos diferentes contextos em que se encontram;
• Comparação de escritas numéricas, identificando algumas regularidades.

Grandezas e Medidas
• Exploração de diferentes procedimentos para comparar grandezas;
• Introdução às noções de medida de comprimento, peso, volume e tempo pela utilização de unidades convencionais e não convencionais;
• Marcação do tempo por meio de calendário;
• Experiência com dinheiro em brincadeiras ou em situações de interesse das crianças.

Espaço e forma
• Explicitação e ou representação da posição de pessoas e ou objetos, utilizando vocabulário pertinente nos jogos, nas brincadeiras e nas diversas situações nas quais as crianças considerarem necessário essa ação;
• Exploração e identificação de propriedades geométricas de objetos e figuras, como formas, tipos de contornos, bidimensionalidade, faces planas, lados retos etc.;
• Representação bidimensional e tridimensional dos objetos;
• Identificação de pontos de referência para situar-se e deslocar-se no espaço;
• Descrição e representação de pequenos percursos e trajetos, observando pontos de referência.

MATEMÁTICA – CONTEÚDOS

• Utilização da contagem oral em situações nas quais se faz necessário;
• Comunicação de quantidades utilizando a linguagem oral, a notação numérica, e ou registros não convencionais;
• Identificação de números nos diferentes contextos em que se encontram;
• Identificação da posição do número na série, explicitando a noção de sucessor e antecessor;
• Relação entre um número e sua respectiva quantidade;
• Identificação e registro dos números de 1 a 10;
• Utilização de materiais manipuláveis e de noções simples de cálculo mental como ferramenta para resolver e registrar problemas;
• Comparação de escritas numéricas, identificando algumas regularidades;
• Comparação e identificação de grandezas, utilizando diferentes procedimentos;
• Introdução à utilização de medidas de tempo convencionais (relógio) comparada às não convencionais;
• Marcação de tempo por meio de calendário;
• Exploração, Identificação e representação de propriedades geométricas de objetos e figuras, como formas, tipos de contornos, bidimensionalidade, tridimensionalidade, faces planas, lados retos, etc.
• Representação da posição de pessoas e objetos numa cena, empregando vocabulário pertinente para identificar ambos, nesta e em outras situações que se fizer necessário.
• Representação de situações vivenciadas, identificando pontos de referência em relação aos elementos registrados.
• Representação gráfica de produções em que se faça presente o uso de elementos tridimensionais;
• Descrição e representação de ambientes pequenos percursos e trajetos;

MATEMÁTICA – AVALIAÇÃO E REGISTROS

A avaliação deve ser contínua, levando em consideração os processos vivenciados pelas crianças e resultado de um trabalho intencional do professor. Deverá constituir-se em instrumento para a reorganização de objetivos, conteúdos e procedimentos como forma de acompanhar e conhecer a criança e o grupo. Os registros serão feitos através de observações no diário do professor, em portifólios, e na observação da desenvoltura de cada criança e da turma diante de situações previamente preparadas pelo docente.


FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

IDENTIDADE E AUTONOMIA

Saber o que é estável ou circunstancial em uma pessoa, conhecer suas características e potencialidades; reconhecer seus limites é fundamental para o desenvolvimento da identidade e para a conquista da autonomia. A capacidade das crianças de terem confiança em si próprias e o fato de sentirem-se aceitas, ouvidas, cuidadas e amadas, oferecem segurança para a formação pessoal e social.
A possibilidade de desde muito cedo efetuarem escolhas e assumirem pequenas responsabilidades favorece o desenvolvimento da autonomia, essencial para que a criança se sinta confiante e feliz.
O desenvolvimento da identidade e autonomia, estão intimamente ligados ao processo de socialização. Nas interações sociais se dá a ampliação dos laços afetivos que as crianças estabelecem com outras crianças e com adultos, contribuindo para que o reconhecimento do outro e da constatação das diferenças entre as pessoas sejam valorizadas e aproveitadas para o seu próprio enriquecimento.
Isso pode ocorrer nas instituições de educação infantil que se constituem por excelência, em espaços de socialização, pois propiciam o contato e o confronto com os adultos e crianças de várias origens socioculturais, de diferentes etnias, costumes, hábitos e valores fazendo dessa diversidade um campo privilegiado da experiência educativa.
O trabalho educativo pode assim criai condições para as crianças conhecerem descobrirem e ressignificarem novos sentimentos, valores, idéias, costumes e papéis sociais. A instituição da educação infantil é um dos espaços de inserção das crianças nas relações éticas e morais que permeiam a sociedade na qual estão inseridas.

CONCEPÇÃO

A construção da identidade e da autonomia diz respeito ao conhecimento, desenvolvimento e uso dos recursos pessoais para fazer frente às diferentes situações da vida. A identidade é um conceito do qual faz parte a idéia de distinção de uma marca de diferença entre as pessoas, a começar pelo próprio nome, seguido de todas as características físicas de modo de agir ,de pensar e da história pessoal. Sua construção é gradativa e se dá por meio de interações sociais estabelecidas pela criança, nas quais ela, alternadamente, imita e se funde com o outro para diferenciar-se dele em seguida, muitas vezes utilizando-se da oposição.
A fonte original da identidade está naquele circulo de pessoas com quem a criança interage no início da vida, em geral a família como sendo a matriz da socialização. Nela, cada um possui traços que os distingue dos demais elementos, ligados a posição que ocupa ( filho mais velho, caçula, etc.) ao papel quê desempenha, às suas características físicas, ao seu comportamento, às relações específicas com o pai, a mãe e outros membros familiares.
O ingresso na instituição de educação infantil pode alargar o universo inicial das crianças, em vista da possibilidade de conviverem com outras crianças com adultos de origens e hábitos culturais diversos, de aprender novas brincadeiras, de adquirir conhecimentos sobre realidades distantes. Dependendo da maneira como é tratada a questão da diversidade, a instituição pode auxiliar as crianças a valorizarem suas características étnicas e culturais, ou pelo contrário, favorecer a discriminação e o preconceito.
A maneira como cada um vê a si próprio depende da maneira como é visto pelos outros. O modo como os traços particulares de cada criança são recebidos pelo professor e pelo grupo em que se insere tem um grande impacto na formação de sua personalidade, de sua autoestima, já que sua identidade está em construção.


CONSTRUÇÃO DE VÍNCULOS

Entre a criança e as pessoas que cuidam , interagem e brincam com ela se estabelece uma forte relação afetiva (na qual envolve sentimentos complexos como o amor, carinho, encantamento, frustração, raiva, culpa, etc.). Essas pessoas são mediadoras dos contatos com o mundo, atuando com ela, organizando e interpretando para ela esse mundo. É nessas interações que ela é interpretada como menino/menina, como chorão ou tranqüilo, como inteligente ou não, que se constroem suas características. As pessoas com quem construíram vínculos afetivos estáveis são seus mediadores principais, sinalizando e criando condições para que as crianças adotem condutas, valores, atitudes e hábitos necessários à inserção naquele grupo ou cultura específica.

EXPRESSÃO DA SEXUALIDADE

A sexualidade tem grande importância no desenvolvimento e na vida psíquica das pessoas, pois independente da potencialidade reprodutiva, relaciona-se com prazer, necessidade fundamental dos seres humanos. Nesse sentido, é entendida como algo inerente, que está presente desde o momento do nascimento, manifestando-se de formas distintas segundo as fases da vida. Seu desenvolvimento é fortemente marcado pela cultura da história, dado que cada sociedade cria regras que constituem parâmetros fundamentais para o comportamento sexual dos indivíduos. A marca da cultura faz-se presente desde cedo no desenvolvimento da sexualidade infantil, por exemplo, na maneira como os adultos reagem aos primeiros movimentos exploratórios que as crianças fazem em seu corpo.
A relação das crianças com o prazer se manifesta de forma diferente do adulto. Em momentos diferentes da sua vida, elas podem se concentrar em determinadas partes do corpo mais do que em outras.As reações do adulto às explorações da criança de seu próprio corpo e aos jogos sexuais com outras crianças lhe fornece parâmetros sobre o modo como é vista a sua busca de prazer. Esse contexto influencia seus comportamentos atuais e a composição de sua vida psíquica. A recepção dos adultos à sua exploração ou perguntas ligadas à sexualidade pode suscitar diferentes reações , desde atitudes de suas explorações ou perguntas ligadas a sexualidade pode suscitar diferentes reações, desde atitudes de provocação e exibicionismo até atitudes de extremo retraimento e culpa.
Tanto ns famílias como nas instituições, a exploração sexual das crianças mobilizam valores, crenças e conteúdos dos adultos, num processo que nem sempre é fácil de ser vivido. Sobretudo se virem na sexualidade e exploração das crianças uma conotação de promiscuidade ou manifestação de algo anormal. A tendência é que quanto mais tranqüila for a experiência do adulto no plano de sua própria sexualidade, mais natural será sua reação às explorações espontâneas infantis.
No cotidiano as crianças recebem mensagens contraditórias. Vêem o sexo ser alardeado nas propagandas, ou abertamente representado nas novelas, por exemplo. Esse tema pode aparecer nas suas brincadeiras de faz de conta. Do ponto de vista da criança não é necessário que ela tenha presenciado a cenas de sexo nos meios de comunicação para que se envolvam em explorações ou jogos sexuais. A motivação para essas brincadeiras pode vir exclusivamente do curiosidades e desejos, integrantes de um processo normal de desenvolvimento.
A compreensão da sexualidade como um processo amplo, cultural e inerente ao desenvolvimento das crianças pode auxiliar o professor diante das ações exploratórias das crianças ou das perguntas a respeito do tema.

APRENDIZAGEM

A criança é um ser social que nasce com capacidades afetivas emocionais e cognitivas . Tem desejo de estar próxima às pessoas e é capaz de interagir e aprender com elas de forma que possa compreender e influenciar seu ambiente. Ampliando suas relações sociais, interações e formas de comunicação, as crianças sentem-se cada vez mais seguras para se expressar, podendo aprender nas trocas sociais, com diferentes crianças e adultos cujas compreensões da realidade também são diversas.
Para se desenvolver, portanto, as crianças precisam aprender com os outros por meio dos vínculos que estabelece.


IMITAÇÃO

A percepção e a compreensão da complementaridade presente nos atos e papéis envolvidos nas interações sociais é um aspecto importante no processo de diferenciação do eu e do outro. O exercício da complementaridade está presente, por exemplo, nos jogos de imitação típicos das crianças.
A imitação é resultado da capacidade da criança de observar e aprender com os outros e de seu desejo de se identificar com eles, ser aceita e diferenciar-se. É entendida aqui como reconstrução interna e não meramente uma cópia mecânica. As crianças tendem a observar no início, as ações mais simples e mais próximas à sua compreensão, especialmente aquelas apresentadas por gestos ou cenas atrativas ou por pessoas de seu círculo afetivo. A observação é um das capacidades humanas que auxiliam as crianças a construírem um processo de diferenciação dos outros e consequentemente sua identidade.

BRINCAR

Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de a criança, desde muito cedo, poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais.
A diferenciação de papéis se faz presente sobretudo no faz de conta, quando as crianças brincam como se fossem o pai, a mãe, o filhinho, o médico, o paciente, heróis e vilões, etc..imitando e recriando personagens observados ou imaginados nas suas vivencias. A fantasia e a imaginação são elementos fundamentais para que a criança aprenda mais sobre a relação entre as pessoas, sobre o eu e sobre o outro.
Ao brincar de faz de conta, as crianças buscam imitar, imaginar, representar e comunicar de uma forma específica que uma coisa pode ser outra, que uma pessoa pode ser um personagem, que uma criança pode ser um objeto ou um animal, que um lugar faz de conta é outro. Brincar é, assim, um espaço no qual se pode observar a coordenação das experiências prévias das crianças e aquilo que os objetos manipulados sugerem ou provocam no momento presente. Pela repetição daquilo que já conhecem, utilizando a ativação da memória , atualizam seus conhecimentos prévios, ampliando-os e transformando-os por meio da criação de uma situação imaginária nova.
Brincar constitui-se dessa forma, em uma atividade interna das crianças, baseada no desenvolvimento da imaginação e na interpretação da realidade, sem ser ilusão ou mentira. Também se tornam autora de seus papéis, escolhendo, elaborando e colocando em prática suas fantasias e conhecimentos, sem a intervenção direta do adulto, podendo pensar e solucionar problemas de forma livre das pressões situacionais da realidade imediata.

LINGUAGEM

É na interação social que as crianças são inseridas na linguagem, partilhando significados e sendo significada pelo outro. Cada língua carrega, em sua estrutura, um jeito próprio de ver e compreender o mundo, o qual se relaciona e as características de culturas e grupos sociais singulares. Ao aprender a língua materna, a criança toma contato com esses conteúdos e concepções, construindo um sentido de pertinência social.
As histórias que compõem o repertório infantil são inesgotável fonte de informações culturais, as quais somam-se sua vivência concreta. O Saci Pererê pode ser pó exemplo, uma personagem cujas aventuras façam parte da vida da criança sem que exista concretamente na realidade.

OBJETIVOS

• Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
• Identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando seus recursos pessoais, respeitando as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
• Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração compartilhando suas vivências;
• Brincar;
• Adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
• Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os compõe.

CONTEÚDOS

• Expressão ,manifestação e controle progressivo de suas necessidades, desejos e sentimentos em situações cotidianas;
• Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano, pedindo ajuda se necessário;
• Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação;
• Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, os espaços e as personagens;
• Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras;
• Valorização do diálogo como fonte de resolução de conflitos;
• Participação em tarefas do cotidiano que envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros;
• Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso, estatura, etc,;
• Valorização da limpeza e aparência pessoal;
• Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros grupos;
• Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras de convívio social;
• Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso de materiais e do espaço, quando isso for pertinente;
• Valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo;
• Procedimentos relacionados à alimentação e à higiene, cuidado e limpeza;
• Utilização adequada dos sanitários;
• Identificação de situações de risco;
• Procedimentos básicos de prevenção de acidentes e autocuidado





OBSERVAÇÃO, REGISTRO E AVALIAÇÃO FORMATIVA



A Escola utiliza registros de avaliação interna através de reuniões com a comunidade escolar, analisando depoimentos, questionários e sugestões.
Ao final do período letivo e escola avalia com sua equipe de profissionais todas as atividades desenvolvidas durante o ano e replaneja as ações educativas para o ano seguinte.
Os resultados da avaliação da aprendizagem poderão subsidiar a avaliação educacional da instituição, no tocante à melhoria de currículos, ambientes de aprendizagem, formas de capacitação de docentes, entre outros.
Mais especificamente, a avaliação ocorrerá durante todo o processo de ensino aprendizagem, em três fases, e não apenas em momento específico, com exercícios ou fechamento de etapas. Esse trabalho será para a reflexão docente, criação de novos instrumentos de trabalho, e retomar aspectos que devam ser revistos no planejamento.
A fase diagnóstica foi de informação sobre o aluno para a montagem do planejamento. A fase formativa será feita de conscientização para a formação da capacidade de julgamento consciente, a partir de critérios previamente combinados. A fase final será de observação dos avanços e da qualidade da aprendizagem alcançada pelos discentes.
Para que as observações,e avaliações feitas não se percam e possam ser utilizadas como instrumento de trabalho, serão registrados os avanços das crianças no próprio diário do professor.